Sobre o que pedir pro papai noel

Salve!
Esqueci-os por um tempo, amiguinhos, mas sei que com todas as agitações e finalizações de novembro e dezembro, não devem ter sentido muita falta!

Natal. É.
Pessoalmente eu não ligo pro simbolismo religioso do Natal (e a maioria das pessoas já nem esconde isso mesmo).
Natal pra mim é mais pra festejar o fim de ano com família, amigos, e claro, dar e ganhar presentes.

Papai Noel:
O Márlio, como todo mundo, tem muitos defeitos. E claro, não foi um bom menino 100% do tempo: quem poderia ser?!
Mas o Márlio fez de tudo, esse ano, pra se aperfeiçoar, pra ser cada vez melhor, pra ajudar quem pudesse, pra ser feliz.
O que eu peço? Na verdade, pouco. Eu já ganhei presentes demais durante esse ano; felicidade demais, amor demais. Eu não preciso pedir mais que isso.
Peço sim, Papai Noel, que mantenha a magia e o amor que refizeram a minha vida nesse ano de 2007. Tendo isso, eu posso tudo.


Ho Ho Ho, Pistoleiros!



Escrito por Márlio às 10h41 PM
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Sobre ansiedade

Salve!

Foram 31 dias contados palmo a palmo pelo meu calendário.
Pra uns parece pouco tempo, pra outros muito, pra outros tá na faixa aceitável.
Seja como for...

Sobre ansiedade: aaaaaimideus! *-*



Bom feriado, amiguinhos.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 06h48 AM
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Sobre ...?!

Salve!
Faz tempo que eu não falo o que anda acontecendo comigo ou o que ando fazendo, entonces, sem tema hoje =P

Minhas aulas acabam daqui a exatamente uma semana. Yaaay \o/
Essa semana é um grande lote de provas (2/3 por dia) e os dias da semana que vem, um lote de encheção de lingüiça. Só tem dois professores que ainda estão passando alguma coisa nova - e nem eles mais têm o mesmo pique de antes. Compreensível =P

Pra quem não sabe ainda, o Márlio está fazendo academia.
Tenho minha própria sargentona nazista e seu amigo, o cabo cruel, como instrutores de a-dor-de-cada-dia-nos-dai-hoje. Lembro que no primeiro Toca do Márlio, postei aquele hilário 'Diário de um Cinqüentão na Academia', e que eu ri demais dele. Pois é, amiguinhos, isso se chama karma. Por isso, não riam de mim XD
O pior é que eles se atreveram ontem, a me dizer que agora que eu começo a pegar um ritmo (a não desmaiar no meio do exercício), eu vou COMEÇAR o treinamento DE VERDADE!

Pros últimos dias do ano, eu estava planejando uma viagenzinha pra rever alguns e conhecer outros Rúnicos. Ah, nunca falei?
Os Guerreiros Rúnicos são um clã de jogos online, mais ativamente no Ragnarök, com mais de 3 anos de noobagens \o/
Creio que conseguiremos juntar 6 rúnicos na mesma cidade por pelo menos 2 dias. Ié, nem queiram ver onde isso vai dar XD
Reealmente, espero ir *-* Chance única como essa não se perde. O único empecilho, creio, é justo a época, tão perto do natal e do meu niver. Não queria passar meu niver ou ir pra lá sozinho... mas o que eu quero não tá em muita alta conta ultimamente.

Escreveria mais, amiguinhos, mas está na hora do colégio. E Márlio vai lá! \ô



Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 06h05 AM
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Sobre flexibilidade

Salve!
Que bom que vieram me visitar (:

Márlio tinha um trabalho pra entregar hoje, e que já estava pronto há um tempinho. Acontece que ele deixou para imprimir no domingo. Ele sabia que tinha pouca tinha, mas vá, quem não aproveita cada gotinha de um cartucho? "Dá um desconto, é o último trabalho do ano!". Ié, e claro, não deu pra imprimir. Domingo? Nesse inferno de dia, tá tudo fechado.
Essa história, se contada para a maior parte dos professores, seria olhada com descrença, uma testa franzida e uma sombrancelha levantada. Mas o Márlio não estava preocupado: felizmente, o trabalho era pra ser entregue não só pra professora preferida, mas sim pela mais flexível e compreensiva de todo o colégio. Ponto pra ela ^^

Flexibilidade. Tem quem tem e quem não tem. No lugar dessa professora (que, se estiver lendo isso: muito obrigado, 'fessora ^^), a maior parte de seus colegas provavelmente não aceitaria mais trabalhos, ou então os aceitariam e retirariam nota, sem dó. Veja bem: eu me considero um bom aluno; procuro entregar tudo no prazo, fazer tudo o que é solicitado e mais, se possível, me esforçar ao máximo. Não estou querendo mérito especial, não, mas digo que alunos merecem sim um diferencial. Quem nunca esquece nada? Quem nunca perdeu a hora, quem nunca deixou a pasta em cima da mesa?

O negócio é esse. Meu irmão é dono de uma rede de lojas e é um exemplo máximo de chefe compreensivo. Sabe quando cobrar, sabe o que deve fazer ou falar, mas está sempre apto a ouvir os empregados, porque sabe que empregados bem tratados trabalham melhor, atendem mais, rendem mais e deixam o seu próprio ambiente de trabalho mais agradável. Essa professora é outro exemplo disso, e provavelmente é a única que não precisa levantar a voz pra ser ouvida ou obedecida: tem o respeito dos alnos, que provém da gratidão e da simpatia.
Em contrapartida, sempre tem aqueles cabeças-duras que, por estarem em direito, dão-se o luxo de serem grossos, mal-educados ou simplesmente ignorarem a verdade suprema da vida, os seres humanos falham bagarai. E aí tem de tudo: professor, chefe, autoridade, oficial, policial, médico, supervisor, coordenador, diretor... Aquele tipo de gente que quer toda a compreensão do mundo quando erra, mas não admite falhas alheias. Vixe.
Ser frouxo nunca; flexível, sempre que possível.


Sim, amiguinhos, eu estou sem muita inspiração, esse texto foi só pra constar =P
Aulas acabando e namorada chegando, e que passe o calendário!



Longos dias e belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 12h44 PM
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Sobre solidão

Salve, amiguinhos!


"Digam o que disserem, o mal-do-século é a solidão... Cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição..."

Essa frase vem de uma música da Legião \o/
Solidão... Estar só é sempre ruim, quando se é no coração. Uma coisa é passar os dias sozinho; outra, é passar esses mesmos dias sozinho, mas saber que se tem amigos ou pessoas queridas. Acho que, pessoalmente, eu me enquadro bastante no segundo quadro, porque embora eu passe realmente muito tempo sozinho, não me sinto, pelo menos nos últimos tempos, só. Não desde que reencontrei o amor da minha vida, não enquanto ainda falar com antigos amigos, não enquanto ainda tiver família.
Mas é inegável que a solidão faz coisa.

O Márlio tem aproximadamente 500 milhões de projetos inacabados de contos. Em um deles, um garoto procura um velho e solitário senhor, que ele acredita ter grande conhecimento de magia. Assim, o velho - que procura esconder a tristeza em uma carapaça de bondade e bom-humor -, ao se comprometer a ajudar o garoto, aos poucos conta sua história e a história do seu grande amor, do que fizeram pra ficar juntos e porque não conseguiram. Esse conto será um dos primeiros em que vou voltar a trabalhar porque gosto muito dele. O personagem é uma pessoa boa, relativamente sábia, mas que vive o que podem ser seus últimos dias imerso na solidão de uma perda.
Quem nunca se sentiu assim frente a uma perda? Não é coincidência que trago esse tema no dia dos finados.
A tristeza de uma perda e a sensação de se sentir só, sabe-se lá porque, é um tema que eu gosto de explorar, também. Em um trabalho do colégio, redigi um conto (esse, completo), sobre um homem que está tentando se reencontrar na vida, mas não consegue; perdeu a noiva em um acidente. Esse fato só é colocado no final do conto; em sua trajetória, procuro explorar apenas o desespero do personagem.

A questão é que se sentir só é uma das piores coisas desse mundo. Disse que não me sinto só, e é verdade ^^ Mas já me senti, sim, principalmente no ano anterior, MUITA solidão; pelo que (quem) havia perdido, pelos amigos que não via mais, pela família distanciada, por simplesmente ter sido um ano dos brabos. Você volta pra casa e a fica rondando, vagando, sem saber o que fazer. Se tem algo pra fazer, pode até fazê-lo, mas continua com essa sombra na mente.

Com toda certeza, sou contra esse tipo de solidão. E concordo com Renato Russo, esse é o mal do século.
As pessoas ficam cada vez mais centrados em si e quando percebem, só têm a si mesmo. Por que isso acontece?
Não sei. Só resta ficar feliz por não ser assim.


Seria meio estranho dizer "Feliz Dia dos Finados", então, falarei assim: que seja um dia com sentido; que a saudade seja grande, mas suportável; que isso nos lembre, também, como viver é bom, apesar de tudo. Vale a pena lutar pra ser feliz.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 08h56 AM
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Sobre começos: Como na Primeira Vez (parte 3)

Salve!
Desculpem a demora por postar, mas o UOLBlog endoidou esse fim-de-semana e não dava de postar =P

Ontem, 28/10, 6 meses de namoro.
Tempo é relativo, e muitos podem dizer que é pouco tempo... Ié, talvez seja, sim. Mas pra toda grande vida compartilhada, há um começo, pra toda uma vida, o início.
E que se dane o tempo!
Amor, eu te amo demais! Eu não preciso de mais nenhuma certeza, de mais nenhuma inspiração ou motivo pra viver, não tendo você; você me é tudo, te ter é o céu.
Parabéns pra nós ^^

E pra comemorar, fechamento da série hoje. Espero que tenham gostado. Eu gostei da história; gostei de escrevê-la e agradeço a deus todo dia por tê-la vivido.
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                                                           Como na Primeira Vez (Parte 3)

Assim que as duas a minha frente entraram, parei um instante, antes da porta, e dei um suspiro; "sai pra lá, tensão". "É agora, rapaz", me disse aquele desejo de anos, agora de forma mais gentil e tranqüila, quase como um ancião sorrindo de desdém e graça para um jovem que ainda ia viver um primeiro momento crucial. O que eu pensava ou esperava que acontecesse? Isso eu lembro: não sabia, mesmo. Foi um momento como o da campainha, porém, com a decisão de finalizar logo com ele; eu já esperara demais, e a espera ia acabar, finalmente. Estava na hora de tatear a realidade dos meus sonhos. Após esse suspiro, ouvindo já as vozes, entrei.
Ela foi a primeira coisa que eu vi. Depois eu daria uma olhada no ambiente ou prestaria atenção à minha volta, nas pessoas, no que faziam ou diziam... Mas naquele momento, compreensivelmente, minha atenção e olhar estavam apenas nela. Lembro de vê-la desligando o telefone, seus olhos percorrendo rapidamente o aposento da minha mãe à minha vó e se encontrando com os meus. Foi quando ela sorriu e eu senti que podia tudo; não digo isso para romantizar, amiguinhos, a primeira coisa que pensei foi: "como pode ser tão linda?". Ela passou e cumprimentou as duas a sua frente, e precisava fazer isso para chegar a mim - mas ainda trocávamos um olhar. Então chegou a minha vez. Tentei não parar em nenhum momento até aquele dia para pensar em como seria de fato, o primeiro momento: não dava de imaginar. Mas o mundo se encarrega de deixar as coisas perfeitas, mesmo assim. Ainda consigo vê-la vindo em minha direção, estendi o braço e a senti pela primeira vez; nos beijamos - a solução ideal para uma equação que possuía duas vidas como variáveis e um amor como constante. A abraçei com força, sorrindo como um bobo que devia estar. Lembro de alguém dar um suspiro também, mas não lembro de muita coisa. Eu estava com ela, finalmente; eu podia tudo.
Aquele momento dela e meu; momento nosso.
Nós já passamos por muitas coisas e ainda vamos passar por outras mais, eu sei.
Mas quero e vou pra sempre preservar em luz o momento que me foi na vida o mais especial... Sempre...
Como se fosse a primeira vez.


Márlio Aguiar.
22/10/2007



Escrito por Márlio às 05h50 AM
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Sobre começos: Como na Primeira Vez (parte 2)

Salve!
Como prometido, mais um episódio da série.
Márlio não está bem hoje, amiguinhos, conseqüência de não ter ido dormir bem - pelo contrário, fui dormir mal e o que dormi foi absolutamente mal =/
Sobre ficar magoado: dói.

Mas hoje é um novo dia e o show tem que continuar. Espero que gostem. ^^

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                                                           Como na Primeira Vez (Parte 2)

Prosseguimos pela rua, o coração palpitando dentro do peito. Era questão de minutos, então, naquele momento. Avistamos a casa que eu já havia visto em fotos diversas vezes. Tocamos a campainha.
Sou obrigado a pausar essa história para falar desse momento, que durou realmente isso, o toque de uma campainha. Nessa hora, nem sabia se ia ter coragem de apertá-la,r ealmente, mas tive. O ding-dong (na verdade, um triiiiim) soou e aquele foi o momento máximo, quando a ansiedade no estômago chegou a tomar proporções de doer de verdade, bem como a secura na garganta; naquele momento, não interessava ter minha mãe do lado ou estar em outra cidade; aquele momento foi um dos que nada mais importava além do que viria em seguida, uma suprema pausa.
Mas todo momento passa, e afinal, com esse não seria diferente. Minha sogra - que eu ainda viria a conhecer e adorar como agora - saiu da casa. Sorria, e só mais tarde eu próprio viria a perceber que o sorriso dela também escondia um nervosismo como o meu; minha mãe, também era uma das apreensivas. Cumprimentamo-nos de maneira nervosa (aliás, só minha vó era a tranqüila nessa história toda) e ela nos convidou a entrar. Com o carro na garagem, o espaço para se passar permite apenas um por vez, e assim fomos na fila: minha sogra, vó, mãe... Eu.
Quando chegou a porta, ouvi minha sogra dizer para alguém (e eu sabia quem): "Seus convidados chegaram".


Voltem amanhã.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 05h56 AM
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Sobre começos: Como na Primeira Vez (parte 1)

Salve, amiguinhos!
Não é só o Fantástico que faz reportagem especial e em série, não.
Acontece que o Márlio passa suas aulas de IGPM (não interessa o que é) fazendo textos no seu caderno, e ié, grande parte deles está aqui. 'Trabalhei' em um deles deesde agosto, escrevendo não mais que um parágrafo por aula: eu fico aéreo pensando no tema do texto, e aí, já viu =P
Acontece que eu tentei contar como foi e o que senti ao ir pra sampa em julho, pela primeira vez. Não sei se fui bem sucedido, mas, eu tentei.

Amor, eu te amo demais. Esse texto é meu; a história, é nossa.

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                                                           Como na Primeira Vez (Parte 1)

Lembro da ansiedade. Deuses, como lembro da ansiedade, que me roía vivo desde o dia anterior. A cada meia hora eu verificava a mala, de novo, atestando o não esquecimento do que jurava ter esquecido; ficava contando e recontando as passagens, com um olhar lunático, frenético; não parava de balbuciar e falar coisas incoerentes; travava conversas vãs na tentativa de me distrair, e é claro que nem por um momento eu consegui. A viagem, em si, creai-me, foi tranqüila... Passei as primeiras horas acordado, é verdade, mas numa espécie de topor. Após adormecer, só iria acordar pela manhã, já no território inexplorado da cidade de São Paulo, quase na hora do desembarque. O topor permaneceu, pois, até o desembarque e a conversa com um taxista, que nos levou ao hotel outrora reservado. Foi quando o sentido e sensação de estar me pegou. Chegamos no hotel, trocamos umas palavras simpáticas e fomos ao quarto, descarregar as coisas. Fui, é claro, o primeiro a se enfiar no banheiro, me arrumar e tomar aquela ducha demorada e necessária. Logo após ela telefonou e, por algum tempo, conversamos sobre amenidades - avenidas -, tentando aplacar o nervosismo mútuo. Combinamos o que fazer e nos despedimos, com a promessa da brevidade entre nós.
Enquanto mãe e vó se arrumavam, eu tentei tomar o café da manhã servido. Até consegui engolir um pãozinho e enfiar o copo de suco goela à baixo, com certa dificuldade. Cada minuto passado me deixava mais ansioso e mais nervoso, ié.
Saímos do hotel e o nervosismo me fez confundir direita com esquerda. Praguejando, voltamos o caminho todo. Uma leve garoa não ajudou o ânimo, mas felizmente parou logo. Fomos seguindo as indicações visíveis e pedimos informação na hora certa, e assim continuamos. Inevitavelmente, avistei a palaca "Rua José Inácio de Oliveira". Foi o momento fatídico em que a ficha realmente caiu: deus do céu, eu estou aqui! Ela está a minutos de mim! A vontade ra de gritar, chorar, correr, rir, fazer tudo ao mesmo tempo. O sonho de anos pulou a minha frente, agarrou a gola da minha camiseta e ameaçou, cara a cara: é agora, muleque.


To be Continued.


Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 04h58 PM
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Sobre sexualidade e pudor

Salve!

Acabei escolhendo esse tema frente à um acontecimento em meu colégio: foram divulgadas fotos de uma garota do 3º ano. Não sei se são apenas fotos nuas ou fazendo alguma outra coisa - eu entreouvi algo, apenas -, mas, de todo modo, ouvimos e ouvimos muito de militares e professores sobre o assunto.

Não vou questionar o fato da menina ter ido parar na internet, isso é coisa simples de acontecer. Aliás, nem sei que menina é, então pouco importa.
Mas, sim, o quase choque de algumas pessoas, bem como o punhado de olhares de censura que ela vai receber.
"Ah, mas ela aceitou tirar fotos assim e passou pra alguém e mimimi~". E daí?

O que eu quero discutir não é bem o caso da garota em si, mas o que acaba envolvendo. Porque a menina tirou fotos suas nua, ela é considerada uma vagabunda e merece o que está passando porque é uma tola a confiar as fotos à alguém. Gente, o que é isso?
Não preciso lembrar, mas vou lembrar a todos que vontade, tesão e tudo o que acompanha a sexualidade é comum a todos; TODO mundo é sucetível a isso, seja a pessoa mais absurdamente racional... Vai ver ela fazia isso pro namorado, vai ver só estava se valorizando - é pecado? Quem nunca se olhou no espelho ao sair do banho pra se avaliar?
Acho incrível que o mundo evolua como evolui e as pessoas continuem com a mesma mentalidade do século XX. Corpo é material próprio, e se o utiliza da maneira que quiser. Se essas fotos não fossem divulgadas, digamos... vai ver ela é uma menina inteligente bagarai, ou esforçada bagarai, ou se destaca nisso e naquilo, então, maravilha. Aparece um rolo assim, ela é vagabunda, não importa que faça tudo por amigos, tenha notas legais ou seja excelente jogadora de *insira esporte*. E é esse o ponto. Se as pessoas dão menção, qualquer mostra de sexualidade (e, nesse caso, uma mostra invadida), as pessoas não prestam, e pior, "só pensam naquilo"! Peloamor.

Força pra menina aí. Ela não cometeu nenhum pecado. Provavelmente, todos que estão falando dela vão acabar fazendo o mesmo, e apenas se diferenciar pela sorte de manterem as fotos somente consigo.
E ponto pra sexualidade. Ela existe e não pra ser reprimida; se tem coisa que não dá pra admitir, é jovem com preconceito de velho.


Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 05h46 AM
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Sobre confiança

Salve, amiguinhos!
Como estão? Eu vou bem, obrigado por perguntar ^^

Confiança... well, hoje em dia, é cada vez mais difícil encontrar quem a mereça.
O legal da confiança é justo uma palavrinha que rima: segurança. Confiar em alguém, numa palavra ou promessa, num sentimento ou ideal - poder confiar em algo nos dá aquela sensação de segurança, de abrigo. Quem nunca ficou triste e quis desabafar com alguém em quem confiasse? Alguém que pudesse lhe abraçar, lhe dizer que tudo está bem, que tudo pode melhorar. Você provavelmente não está só atrás dessas palavras de conforto, mas, sim, da sensação de abrigo, companhia, de uqe tem alguém que se importa com você e vai te ajudar a superar o que quer que seja. Essa sensação de segurança, de proteção, algumas vezes, é o melhor de tudo.
E vai das coisas mais simples, não é? É muito bom confiar em um colega que diz "Xá comigo, eu faço o trabalho dessa vez" e saber que ele vai fazer; é muito bom confiar num amigo que fala "Não se preocupe, vamos solucionar isso"; confiar naquela pessoa amada que diz "Estarei sempre aqui". Vejam que são expressões simples, que qualquer um pode nos dizer - e, com certeza, muitos diriam. Mas somente as pessoas que têm nossa confiança realmente nos tocam com essas simples frases e as fazem ter total significado.

E confiar, minha gente, hoje em dia fica difícil sim, é fato. Uma das piores sensações do mundo é justamente ter essa sensação de conforto e segurança com alguém que se confia, e ter essa confiança quebrada - é mais ou menos a sensação de ter sua casa roubada ou invadida por um conhecido: por muito tempo você ficará desconfiado e não irá deixar muitos entrarem, podendo até mesmo deixar de conhecer pessoas interessantes e talvez até confiáveis por conta disso.
Quebra de confiança é soda, mesmo, mas, não tem jeito, né? Ou você arrisca quebrar a cara de vez em quando ou vai se fechar a todos.

Tem outra coisa relacionada a confiança que também pode doer: você confiar em alguém e sentir que esse alguém não confia em você da mesma maneira. O pior é que essa pessoa provavelmente está em seu direito. Afinal, já diziam os poetas, "Só os tolos nunca duvidam". Ninguém pode culpar ninguém por não ter total confiança em você - muitas vezes, essa pessoa queria poder confiar em você a tal ponto de *insira motivo de confiança aqui*. Mas quem já vivenciou isso (e acho que todos vão vivenciar), pode dizer aí: não dói? Dói sim. Porque, muitas vezes, é alguém no qual você confia plenamente, se entregaria ou doaria completamente; é muito ruim se sentir assim e não ter isso correspondido na sua totalidade, mesmo que geralmente seja uma situação temporária.
O remédio é sofrer em silêncio e dar tempo ao tempo - confiança, feliz ou infelizmente, é produto de demorada fabricação.

Dava pra citar muitas outras coisas. Confiança é realmente uma coisa maravilhosa quando é recíproca e entre duas pessoas legais, mas pegar essa fórmula toda é difícil.
Ainda vale a pena confiar nas pessoas?
Yes, I think. Hoje em dia, é difícil conseguir qualquer coisa - objeto, sentimento, conhecimento, pessoa - sem arriscar-se. E, mesmo que ninguém goste, quebrar a cara ensina lições valiosas, e feliz seríamos nós se pudéssemos dar conta da vida sem elas.
Eu, propriamente falando, confio e conto em poucas pessoas, e elas sabem quem são. Algumas, tenho certeza, não devem confiar em mim da mesma maneira, e às vezes dói, mas faz parte, e eu espero fazer por merecer a confiança recíproca... espero que me dêem a chance ^^

Bão, amiguinhos, acho que já me estendi demais por hoje. Estão liberados para assistir Faustão.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 04h53 PM
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Sobre surpresa

Salve!
Depois do tema anterior, um tanto chato, um tanto triste, podemos falar de coisas agradáveis, didn't we?

Márlio comentou que estava muuuuuuuuuuito feliz, ié, e isso é verdade, e falemos então de coisas que me deixam feliz ^^
Logicamente, vocês sabem do quê (melhor, de quem) falo. Os pouco-melosos de plantão talvez pudessem dar um alt+f4 e voltar no próximo post. Românticos e cia, se aprocheguem.

Sabem por quê o Márlio está feliz?
Vejam bem: fui já algumas vezes pra sampa esse ano, e contava em ir novamente agora no feriado de 15 de novembro.
"E você não vai mais? o.o", vocês podem perguntar. Para isso, usarei um flashback:

*Márlio e Jeh no banco traseiro do carro, sogra dirigindo.
- Ô Márlio...
- Fale, minha sogra ^^
- Você tava querendo vir aqui no próximo feriado?
- Eu queria, sim, se não houver problema.
- Não dá... Sabe o feriado de 15 de novembro?
- Sei T.T
- Sua namorada vai pra Floripa.
*exclamação dupla* - ÃHNH?! *-*


Pois é, gente amiga! *-*
Eu a esperava só em janeiro... well... preciso dizer que AMEI a antecipação? <3

E que venha o feriado!


Longos dias e Belas noites, pistoleiros!


P.s.: 28 dias (:



Escrito por Márlio às 07h23 PM
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Sobre morte

Salve!
Ié, tão estranho quanto o tema de hoje pra vocês, é estranho pra mim estar falando sobre ele: o Márlio está muuuuuuuuuuuito feliz! ^.^ Mas sobre isso eu falarei no próximo post.


A morte nunca foi uma companheira assídua minha; tenho a sorte de não ter perdido muitos conhecidos e familiares e dos poucos perdidos, foram pessoas de muita distância - nesse quesito, eu sempre sofri pouco nos velórios onde fui.
A primeira morte de que tenho consciência na minha vida foi a do meu avô paterno, vô Antônio, quando eu devia ter meus quatro anos; lembro que eu gostava muito dele - ou seja, enchia demais o saco dele. Lembro também que ele já andava de cadeira de rodas e me fazia algum truque engraçado com cartas. Quando ele morreu, é claro que não entendi o que era; no funeral, no colo do meu pai, ao ver todas aquelas velas ao redor, perguntei: "quem tá fazendo aniversário?".
Lembro que quando era criança e fazia natação (eu devia ter o quê, 10 anos?), haviam dois garotos chamados Ricardo: um era forte, brigão e muito bem humorado, que me foi amigo por um bom tempo; o outro era um pirralho que vivia me irritando, amolando e provocando, e vocês sabem como crianças têm a fácil capacidade de se irritar. Certo dia, minha mãe voltou do centro e disse "Márlio, o Ricardo morreu". Não o meu amigo, e sim o molequinho, que havia batido a cabeça ao escorregar num parque aquático e ter traumatismo craniano. Fiquei num misto de chocado por alguém da minha idade ter morrido, aliviado por não ter sido o outro garoto de mesmo nome e, admito, intrigado.
Há talvez uns 4 ou 5 anos, foi a vez de um primo meu. Tinha um envolvimento com drogas, uma família pra lá de complicada, uma esposa fdp e um pai ainda mais fdp. Foi encontrado em casa, enforcado. Não tive nem tenho muitas recordações dele pelo que lamentar, mas vi o sofrimento de grande parte da família materna.
Ainda como uma coincidência, Márlio levou para Jeh um livro de Stephen King quando esteve em sua última visita lá que trata diretamente o tema da morte - O Cemitério.

A morte é um mistério, dificilmente é esperada e raramente é bonita. Traz um leque de coisas: inconformismo, tristeza, dor, ódio, saudade, desespero, agonia, e dependendo de sua relação com o finado, um pacote maior contendo tudo isso e talvez ainda mais. Muitos acreditam - como eu - em um outro lado, mas quem é que quer ficar nesse lado sem aquele amigo, aquele parente, sem os avós, irmãos, pais... sem aquela pessoa que se ama, independente de qual seja o tipo de amor? O consolo raramente tem o mesmo valor do pacote.

Não o conheci muito. Cunhado de minha madrinha, um homem de idade mas ainda alto, em porte físico muitíssimo invejável, voz e olhares firmes, posicionamento mantido de uma vida inteira de militarismo e mesmo assim, também lembro de uma risada sincera. Acho que a última vez que o vi foi no final de 2005... era mais freqüente quando era criança e morava perto da minha madrinha, que geralmente ia visitar a irmã e acabava me levando.
O que eu quero dizer é: uma morte machuca alguém, sempre, e novamente não fui eu. Mas fico triste também e sofro pela minha madrinha, pela irmã dela, pelo meu amigo que era seu neto e por todos os seus familiares que conheço e considero, que muito vão sofrer. Não tenho muito o que dizer, porque muito vão ouvir "meus pêsames" e "sinto muito", e eu digo ambas. Digo que mesmo conhecendo-o pouco, percebi que era um homem íntegro, honesto e bom; digo que sim, VAI doer, e a dor faz parte desse admirável mundo novo, infelizmente.
À família, desejo toda a serenidade e paz para aguentar a perda, enfrentar uma vida nova e aguardar o momento do reencontro, se assim acreditarem que ele exista.
E à alma desse homem, desejo também a paz que um trabalhador e íntegro homem merece. Teseu, vá em paz e com sua crença, seja ela qual for. Vá com Deus.



O crepúsculo sempre chega pra uns, enquanto o amanhecer chega para outros. Vamos aproveitar a vida... e amar os outros como se não houvesse amanhã.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 12h34 PM
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Sobre desabafar

Salve, amiguinhos!

Essa parece que foi uma semana em que muitos vieram desabafar com o Márlio - e em que ele próprio precisava fazer isso.
Desabafos existem de tudo que é jeito, e nem todos são sobre coisas ou situações ruins. Um amigo veio desabafar que estava muito feliz com a namorada, que logo fariam primeiro mês de namoro, e ié, muita felicidade pra ambos ^^
Outra, que estava cansada demais da família que vive pegando no seu pé, e eu até entendo: ser irmã mais velha e ter 2 irmãs mais novas, com certeza, faz tudo cair em cima de si. Esperemos que passe ou que ela guente o cansaço.
For the last, um amigo que terminou o namoro já há algum tempo e sente falta da namorada. E foi ele quem terminou - não deveria ser a garota a sentir saudades? Eu digo que não, Márlio já passou por isso e sabe como é. E o remédio pra isso ou é a volta (no presente caso, improvável) ou a atenuação da saudade com o tempo (pouco consolo). Pra esse amigo, o que resolve é continuar seu dia-a-dia, prourar novas coisas pra fazer, novas pessoas a conhecer, interesses pra cultivar e assim vai. Não é a cura, veja bem; é a redenção.
Houve também quem desabafasse sem desabafar. Acho que apenas dizer pra alguém que algo chato, triste, magoante, decepcionante ou brochante aconteceu, já é uma forma de desabafo. Nem sempre precisamos saber com detalhes o que aconteceu; não precisamos saber qual foi o momento vivenciado por alguém pra querer ajudá-la, pra consolá-la ou apoiá-la. E, pro que der e vier, você sabe que pode contar comigo ^^

Viagem hoje, amiguinhos. Márlio pulando de felicidade *-*
Desejem-me bom feriado, eu mereço (:


Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 10h24 AM
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Sobre reconhecimentos, vitórias e satisfação

Salve!

Hoje o Márlio ganhou duas coisas do seu colégio, em cerimônia: a estrela de mérito categoria prata do 2º trimestre e o certificado de mérito disciplinar: ou seja, o Márlio teve notas boas no 2º trimestre e se manteve o ano todo longe de encrenca.
Não sei se foi a cerimônia que me deixou sentimental; se foi a minha madrinha indo me entregar a estrela e ainda recebendo homenagem do diretor do colégio, que foi aluno dela. Ou se foi só o fato de eu me sentir orgulhoso de mim mesmo, e creiam-me, isso é difícil de acontecer.
Todo mundo gosta de se sentir valorizado, de sentir que tem resultado o seu esforço, comigo não é diferente. Tem coisa melhor do que aquele comentário legal sobre seu trabalho, aquele recado bacana no final da prova, aquela condecoração pelo seu esforço? Isso não me torna melhor que ninguém, mas me torna mais satisfeito comigo mesmo. Deixa-me sentir que quando quero eu posso, que o meu trabalho afinal é bom e que dá pra continuar em frente. São por dias assim, quando você está na frente de todo colégio, cara a cara com professores sorridentes e com a maior das suas mestras lhe colocando uma estrela no peito, que você pode se sentir realizado. Gostei do cumprimento do diretor, gostei do reconhecimento de demais PMs, gostei de saber que uma professora minha puxou minha mãe pra um canto e deu a ela parabéns pelo esforço do filho. Mas mais do que tudo isso, que foi bom, gostei de ser premiado por uma das pessoas que mais me ensinou e mais me mostrou da vida, e uma premiação pelo esforço e dedicação que a cada dia eu dou, mesmo que esteja de saco cheio as vezes.
Anyway, eu tenho cerca de um mês de aula, e a essa hora da semana que vem, já estarei na estrada pra sampa; essa semana que vem, não vou pra aula.
Um pequenino descanso (que eu me dou o direito de considerar merecido), uma viagem pra ver o motivo do meu viver, e voltar ainda com o gostinho do reconhecimento pra ir pra reta final. Ié, eu realmente não posso reclamar. O mundo é bão, Sebastião.

Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 08h02 PM
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Sobre compromissos

Salve, amiguinhos!
Faz um tempão, né? Não esqueci de vocês não, só faltou motivação pra escrever.
Bateu aquela vontade de discutir sobre compromissos. Bora lá?

Um amigo me procurou esses dias e falou que estava afim da irmã de um amigo: ela era bonita, legal e também parecia afim. E então, cururu, por quê não foi ainda, medo do que o amigo vai pensar? Quase isso. Medo de ter que se comprometer com a guria por causa da amizade. Medo de compromisso. Bah!
Eu sempre fui um tanto diferente da maioria dos meus conhecidos e amigos na opinião pessoal e geral sobre amor, namoro e compromissos. Vai ver porque vi filmes demais quando era criança ou passei o equivalente de tempo sonhando demais; vai ver porque sempre gostei de histórias de contos de fadas. Pois bem, o Márlio sempre foi do tipo que, se buscava envolvimento com uma menina, era porque queria algo mais duradouro; até o horóscopo diz isso, capricorniano não procura aventuras =P
Não tô aqui o que é melhor ou pior, cada um sabe o que faz, fala ou sente. Mas uma coisa é preferir não ter compromisso, e a outra é ter medo de se comprometer.
Medo de quê, miu dius? Compromisso é tão bom!
O mesmo amigo me perguntou: "mas, Márlio... tu não sente mais aquele frio na barriga pra chamar uma menina nova pra sair, não sente quando vai dar o primeiro biejo nem nada". Ié, aí que ele se enganou. Eu sinto o mesmo frio na barriga. Senti quando me apresentei pra minha sogra, senti 10x mais quando conheci meu sogro; senti o mesmo durante uma viagem de 10h, senti enquanto esperava pra vê-la de novo, senti antes de beijá-la again, como se fosse tudo a primeira vez. É muito bom procurar alguém, é bom conquistar, é bom se sentir conquistador e ser conquistado? é. Mas, como é bom, bom, bom, bom, bom, bom, encontrar a pessoa que você quer. Como é bom olhar pra ela e saber "é ela!". Como é bom, bom, bom, bom, bom continuar as pequenas conquistas, descobrir, sentir, inovar, pensar, realizar. Eu me comprometi e não perdi nada disso; pelo contrário, ganhei mais do que podia pedir e muito mais do que ousava sonhar.
Medo de compromisso? Eu vejo hoje - principalmente entre pessoas da minha idade - um medo cada vez maior disso. As pessoas hoje ficam só por ficar, abraçam por abraçar e beijam por beijar. E quando encontram alguém que faz o coração bater um pouquinho mais rápido, quando encontram alguém com quem poderiam compartilhar muitos momentos bons e ter um futuro... não vão, por causa desse medo de compromisso. O que deixou as pessoas assim? Uma descrença no amor, talvez. Uma vontade absurda de ser livre e independente, que prende muito mais do que imaginam. Sei lá.

"Até bem pouco atrás poderíamos mudar o mundo... Quem roubou nossa coragem?"    Renato Russo.

Gostaria de saber.


Faltavam 14 dias pra eu vê-la na última vez que postei, né? Pois bem, agora faltam 13 dias pra eu vê-la again! =P
Amiguinhos... acreditem, se comprometer é o paraíso =P


Longos dias e Belas noites, pistoleiros!



Escrito por Márlio às 02h55 PM
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